Dúvidas Frequentes - F.A.Q. Athenas Confira as dúvidas frequentes sobre os produtos Athenas Cintos

Compilamos as perguntas mais habituais e as respondemos, caso sua dúvida não esteja aqui por favor entre com contato conosco, teremos o prazer em esclarecer suas dúvidas.

De acordo NBR 15836:2010 o cinturão de segurança tipo paraquedista deve ser adaptado ao seu portador e para isso, deve ser provido de meios de ajuste total.

A Portaria n,º 388, de 24 de julho 2012, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – INMETRO, que aprova os Requisitos de Avaliação da Conformidade para os componentes do Equipamentos de Proteção Individual – EPI – para proteção contra quedas com diferença de nível – cinturão de segurança, dispositivo trava-queda e talabartes de segurança, determina, em seu art. 4º , que, 18(dezoito) meses após a publicação da referida Portaria, os componentes dos EPI para proteção contra quedas com diferença de nível – cinturão de segurança, dispositivo trava-queda e talabarte de segurança – deverão ser fabricados e importados somente em conformidade com os Requisitos de Avaliação da Conformidade ora aprovados. Já em seu art. 5º, a Portaria INMETRO n.º 388/2012 determina que, a partir de 36( trinta e seis) meses após sua publicação, os componentes cinturão de segurança, dispositivo trava-queda e talabarte de segurança deverão ser comercializados, no mercado nacional, somente em conformidade com os Requisitos de Avaliação da Conformidade aprovados pelo INMETRO.

100kg a contar o peso do usuário mais as ferramentas de trabalho. Gostaríamos de esclarecer que não podemos utilizar nenhum método de ensaio diferente dos especificados na NBR 15836:2010, que descrimina os métodos utilizados para ensaios nos cinturões paraquedistas, portanto, não há possibilidade alguma de descriminar uma carga de ensaio superior a 100kg nos laudos emitidos pelo MTE. Não podemos afirmar que o cinturão suporta uma massa superior a de 100kg, para que possamos obter esta afirmativa teríamos que realizar ensaios dinâmicos com massa superior a 100kg, ou seja, teríamos que submeter o equipamento a ensaios com massa de 120kg, 13 kg e assim sucessivamente até obtermos a massa máxima que acarretaria o rompimento do cinturão em situação dinâmica “queda”, dessa forma poderíamos estabelecer um limite máximo para utilização dos cinturões, porém mesmo aplicando estes ensaios aos cinturões, não teríamos respaldo normativo algum, tornando este método de ensaio inválido.

Armazenar em locais limpos e secos, protegidos de choques mecânicos, intempéries, substâncias químicas e emanação de gases.

Água pura e sabão neutro (as substâncias químicas contidas nos produtos de limpeza ou removedores danificam o cadarço tornando o cinturão impróprio para o uso).
-Utilizar somente escova com cerdas macias para esfregar o cadarço do cinturão ou línea de vida, as cerdas rígidas podem desgastar o cadarço diminuindo sua resistência.
-Não guardar úmido.
-Nunca utilizar nenhum tipo de solventes ou ácidos para limpeza dos equipamentos.
Qual a velocidade necessária para o acionamento das travas do equipamento trava-quedas retrátil?
Os equipamentos que possuem cabo de aço realizam o travamento com a velocidade de 1,6m por segundo e para equipamento com cabo de fita o travamento acontece 1,4m por segundo.

A vida útil deste equipamento não pode ser expressa em números exatos, uma vez que depende de influências externas, assim como: tipo de aplicação, intensidade e freqüência de uso, inclusive de condições climáticas. Aplicações em condições de grande demanda do material e/ou uso incorreto pode vir a reduzir a margem de segurança a um curto espaço de tempo, obrigando a reposição do equipamento.

Para a construção do cinturão de segurança tipo paraquedista são necessários cadarços de poliéster de diversos tamanhos, se trocarmos somente um dos cadarços o equipamento não terá uma garantia de 100%, pois terá partes novas e usadas, e se formos trocar todas as partes contando com montagem e desmontagem do equipamento, o custo deste processo se torna inviável para manutenção, por este motivo a Athenas não realiza manutenção em cinturões.

Para construção de linha de vida de segurança é necessário apenas um cadarço de poliamida ou poliéster, se as partes metálicas se encontram em perfeitas condições o equipamento terá a garantia de 100%, e então o custo deste processo torna-se inviável para manutenção, por este motivo a Athenas não realiza manutenção em seus talabartes.

Não, pois em uma queda sua estrutura é inteiramente solicitada, cadarços, costuras, argolas e fivelas, desta forma mesmo não apresentando nenhuma deformação o cinturão deverá ser descartado.